Belo Horizonte: Inscrição e recadastramento para o Minha Casa, Minha Vida começam no dia 29

julho 22, 2013

Fonte: Prefeitura de Belo Horizonte

Terá início na próxima segunda-feira, dia 29, as inscrições e o recadastramento de famílias para o programa Minha Casa, Minha Vida no município de Belo Horizonte. Elas serão feitas apenas pela internet, através deste site. Para se inscrever, o interessado deve ter renda familiar bruta de até R$ 1.600, não possuir imóvel, residir em Belo Horizonte há dois anos no mínimo, não ter sido beneficiado por programa de habitação de interesse social e ser o responsável pelo núcleo familiar. O encerramento das inscrições e do recadastramento será no dia 29 de agosto deste ano.

Um detalhe importante é que todas as famílias que se inscreveram no programa Minha Casa, Minha Vida em 2009, terão que se recadastrar novamente para participar dos futuros sorteios de unidades habitacionais. O recadastramento também é uma maneira das famílias inscritas anteriormente poderem atualizar possíveis alterações de dados como mudança de endereço, de telefone ou da renda familiar.

A Prefeitura trabalha na seleção de beneficiários do programa Minha Casa, Minha Vida, na modalidade em que as unidades habitacionais são destinadas para famílias com renda até R$ 1.600. Para participar da seleção elas devem estar inscritas e se enquadrar nos critérios de atendimento do programa e da Política Municipal de Habitação.
As famílias contempladas pelo programa assinam contrato de financiamento da unidade habitacional com a Caixa Econômica Federal, com prazo de 120 meses. As prestações não podem ultrapassar 5% da renda familiar e o valor mínimo pago pela família é de R$ 25.

Até o momento, em Belo Horizonte já foram entregues 1.470 unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida para famílias com renda até R$ 1.600 no bairro Jardim Vitória, na região Nordeste. Outras 2.895 unidades se encontram em diversas fases de edificação nos bairros Jaqueline, Conjunto Paulo VI, Vera Cruz, Jatobá, Tirol e Diamante. A meta do município até o final de 2016 é construir em torno de 22 mil moradias por meio do programa. De acordo com levantamento do Plano Local de Habitação de Interesse Social (PLHIS) de 2010, o déficit habitacional da capital é estimado em cerca de 62 mil moradias.

 



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